Agora é esperar chegar por aqui.
meio ambiente, sustentabilidade e dicas ambientais
Transgênicos e energia nuclear, somos todos cobaias?
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Evaldo e a doença da folha verde -
moleza nas pernas, ânsia, mal-estar e insônia
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"Antes de chegar aos pulmões do consumidor, cigarro já traz histórico de males como trabalho exaustivo, intoxicação por agrotóxicos, exploração e mão de obra infantil.
O fumo, um problema ambiental da plantação ao consumo
"Organizações sociais paraguaias se unirão no movimento
internacional “Ocupa Monsanto” contra a multinacional
estadunidense, considerada a maior produtora de transgênicos, que
conseguiu uma liberação do governo para o uso de sementes.Movimento internacional contra a Monsanto
Leia:
- Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento
- Como fazer para eliminar pulgões na horta e nas plantas
O veneno está na nossa mesa. Fazer o que?
“Veta Dilma”. Você sabe, mesmo, sobre o que está(va) falando?
Mudanças no Código Florestal beneficiam pequenos produtores
Fim da maior grilagem na Amazônia
França pede proibição de milho transgênico na Europa
Pesquisadores da
Universidade de Illinois, nos EUA, descobriram que lavouras
cultivadas com o milho transgênico da Monsanto estavam,
inexplicavelmente, muito danificadas pela lagarta raiz. A suspeita é
que as lagartas, consideradas uma das mais sérias pragas do milho,
estão desenvolvendo resistência ao milho geneticamente
modificado da Monsanto.Praga do milho resiste ao milho transgênico da Monsanto
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| Rótulo exigido por lei |
Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos
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| Clique na imagem para ampliar |
Obesidade, a contraparte mórbida da fome mundial – Blog Action Day, #BAD11
Alimentos é o tema do Blog Action Day 2011, participe
1,5 bilhão de obesos e 1 bilhão de famintos #BAD11
Embrapa pesquisa novas fontes de produção do etanol
Mais de 60% da área já
desmatada na Amazônia foram transformados em pastos. A conclusão
está em um levantamento divulgado hoje (2) e que, pela primeira vez,
mapeou o uso das áreas desmatadas do bioma e mostrou o que foi feito
com os 720 mil quilômetros quadrados de florestas derrubados até
2008 – uma área equivalente ao tamanho do Uruguai. A maior parte
foi convertida para a pecuária.Pastos ocupam maior parte de área desmatada da Amazônia
Maconha pode virar biodiesel
(..) Para o engenheiro agrônomo Eliseu Alves, assessor do presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o debate em torno da reforma não pode se restringir ao foco no meio ambiente. Seria preciso também observar as necessidades da população no meio rural, o que significa levar em conta os custos sociais e de manutenção dos trabalhadores rurais no campo, além da responsabilidade do país na produção mundial de alimentos.De acordo com Eliseu Alves, em situação de miséria, com empregos perdidos ou dificultados pela série de exigências do texto legal, muitos têm migrado para as cidades. Alves estima que quase quinze milhões de trabalhadores do campo estão prontos para deixar o campo em todo o Brasil, mais especialmente da região Nordeste, e isso deve ser considerado no novo texto em debate. Também nesse sentido opinou Silvio Krinski, engenheiro agrônomo coordenador de meio ambiente da Organização das Coooperativas do Paraná (Ocepar).Segundo disse, o texto do Código Florestal atual desestimula a produção rural. Se permanecer sem ajustes, a segurança alimentar estará em risco, haverá desemprego e as pessoas deixarão as lavouras rumo aos centros urbanos. Ele afirmou que o Brasil tem 56% de seu território ainda com cobertura florestal, mais elevado que a média mundial (30%) e que os Estados Unidos (33%) e a China (22%), por exemplo. Por outro lado, o país tem a menor porção de exploração de território para a produção de alimento (31%), e dos 270 milhões de hectares usados para esse fim, 58 milhões são para a agricultura e 211 milhões para a pecuária.
Código Florestal pode interferir na produção de alimentos?
A pegada ecológica do papel, verdade ou mito?
Fábrica dos frangos que você come...
... o Brasil é o maior produtor e exportador de açúcar do mundo, com quase a metade do volume total do comércio mundial do produto. Mas nossas exportações são centradas na exportação em bruto, que representa mais de dois terços do volume total enviado ao exterior. E o preço deste é cerca de 60% apenas do refinado, que é o essencial para o abastecimento do mercado interno.(...)Petrobrás vai investir ‘pesado’ na produção própria do etanol