Mostrando postagens com marcador AgriculturaOrgânica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AgriculturaOrgânica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira

Produtos orgânicos, a diferença nos preços você tira na farmácia e no médico


O consumo de produtos orgânicos vem aumentando no Brasil, mesmo com os preços um pouco mais altos do que o dos alimentos convencionais. 

O aumento no consumo levará a uma maior escala de produção e consequênte redução nos preços. Políticas do governo federal vem criando incentivos e regulamentação para aumentar a produção e garantir a qualidade para o consumidor.

Listamos abaixo algumas vantagens do seu consumo:

  •  Cuida da sua saúde com mais nutrientes, que se perdem com as práticas da agricultura industrial;
  •  Melhora o sabor dos seus pratos trazendo mais prazer e saciedade;
  •  Evita a ingestão de substâncias tóxicas que teem um efeito degenerativo no médio longo prazo;
  •  Recupera os solos degradados pela cultura convencional, cheia de adubos químicos e pesticidas;
  •  Protege a água, um recurso cada vez mais precioso e raro;
  •  Restaura a biodiversidade, deixando de agredir ao meio ambiente;
  •  Cuida das novas gerações, deixando não só um ambiente, mas, uma “genética” mais saudável;
  •  Reduz o aquecimento global e os problemas ambientais;
  •  Economiza energia com a adoção de práticas e procedimentos mais simples;
  •  Mantém a agricultura familiar e a família unida no campo, o que contribui para melhorar a qualidade, tanto no campo como nas cidades.
      Como vê, cada um desses itens merece uma reflexão, e é um incentivo a mais para que passemos a consumir os produtos orgânicos, pois, todos sairemos ganhando, não é verdade? Tambem porque, com certeza, a diferença no preço você economiza na farmácia e no médico.

      Leia artigo relacionado:
Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.
 

Share/Save/Bookmark

sábado

Agrotóxicos, fabricantes continuam a vender “venenos"

As industrias de agrotóxicos são verdadeiros mercadores de doenças e de morte. Parece radical a afirmação, mas, a sua atuação não deixa dúvidas e ratifica o argumento.

Periodicamente deveria ser feita uma reavaliação dos agrotóxicos utilizados, sobretudo na produção de alimentos, mas, por força de limiares que aproveitam, provavelmente, brechas na legislação no Brasil, esse procedimento foi suspenso, a pedido dessas industrias, impedindo a reavaliação a ser feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Saúde.

O mesmo procedimento, reavaliação periódica, foi feita nos EUA e UE, país de origem dessas empresas, quando foram retiradas do mercado 8 a cada 10 dos agrotóxicos que, no Brasil continuam a ser utilizados, graças às liminares concedidas pela “Justiça”.

Estes produtos não foram retirados do mercado em seus países de origem, por capricho de seus organismos de controle e saúde, mas, porque se revelaram perigosos a saúde de suas populações.

Estes agrotóxicos e defensivos agrícolas, como o nome já diz, não são tóxicos apenas aos insetos ou ervas daninhas, mas, o são, também, as pessoas que consomem esses alimentos e, no médio-longo prazo, provocam doenças que, quando ocorrem, não se estabelece uma relação de causa e efeito, com acúmulo, no organismo, desses tóxicos e/ou verdadeiros venenos que consumimos todos os dias.

Se empresas, “idôneas”, recorrem a justiça para não verem os seus produtos submetidos a análises científicas, para atestarem a sua inocuidade à saúde humana, já se declara, antecipadamente, não só suspeita, mas, culpada.

O melhor mesmo é começarmos a cuidar de nossa saúde e ligar o “desconfiômetro” com relação a “idoneidade” de empresas e industrias de alimentos e, pensar em adotar o uso de alimentos orgânicos, mais caros, porém, mais confiáveis.

Se gostou deste post, subscreva o nosso RSS Feed ou siga no Twitter, para acompanhar as nossas atualizações.



Share/Save/Bookmark