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sábado

A importância do biochar na captação de CO². Confira vídeo!

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É uma 'tecnologia natural' descoberta à partir de observação das características da “terra preta dos índios”, na Amazônia. Trata-se de trechos de solo originalmente pobres em nutrientes – caolinítico amarelo – que receberam matéria orgânica tornando-os muito férteis. 

Os resíduos de carvão depositados no solo, além de “enterrarem” o carbono retido em função do seu processo de retirada de CO² quando ainda vegetais, atuariam na fertilização do solo e na redução das emissões de gases de efeito estufa, como o metano e o óxido nitroso, por exemplo.

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quinta-feira

Silvicultura já produz 77% da madeira extraída no país

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O aumento da fiscalização e a maior conscientização ambiental no país levaram a uma inversão na participação da extrativa vegetal e da silvicultura (florestas plantadas) na produção primária florestal brasileira, mostram os dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2011 (Pevs), divulgada hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Plantação de eucalipto no Maranhão
Em entrevista à Agência Brasil, o gerente da pesquisa, Luís Celso Guimarães Lins, disse que o país vivenciou, nas últimas décadas, uma transformação no setor de produção de madeira, com a expansão da produção de toras de madeiras a partir de florestas plantadas.

“É só observar que em 1990 a extrativa vegetal chegava a responder por 67% de toda a madeira produzida, enquanto a silvicultura era responsável por apenas 33% da madeira produzida nas florestas brasileira. Cinco anos depois, em 1995, esse percentual já havia sido invertido: a extrativa vegetal respondia por apenas 47% da madeira produzida, enquanto a silvicultura saltava para 53%.”

Os números, segundo o técnico do IBGE, foram sendo alterados ano a ano com a produção decorrente da silvicultura e, uma década depois, em 2000, já respondia por 77% da produção total de madeira.

“Não há dúvidas de que a silvicultura vem crescendo ano a ano em detrimento da extrativa vegetal. E dois são os fatores que levam a esse fenômeno: o aumento da fiscalização, principalmente sobre os produtos madeireiros e a necessidade das indústrias de suprir seus parques produtivos. Setores como o de celulose, papel e papelão, siderurgia, móveis – todos estão procurando plantar as árvores que viabilizarão a sua própria produção”, disse à Agência Brasil.

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sexta-feira

Anvisa demite gerente que denunciou irregularidades na liberação de agrotóxicos

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Na última quarta-feira 14, o ex-gerente geral de toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi demitido após apontar irregularidades na liberação de sete agrotóxicos. O caso ganhou repercussão depois de Luiz Cláudio Meirelles, antigo gerente geral, ser exonerado e recorrer à internet para denunciar o esquema.

Pelas redes sociais, Meirelles afirmou que os produtos não passaram pela avaliação toxicológica, obrigatória para o registro do Ministério da Agricultura. Além disso, alguns processos continham assinaturas falsificadas ou haviam desaparecido. “O mais grave é o fato de os produtos não terem passado pela avaliação toxicológica. Sem isso não sabemos se um material que vai para as plantações e posteriormente para os alimentos pode ou não ser prejudicial à saúde.”

Desde 2008, o Brasil lidera o comércio mundial de agrotóxico. O crescimento do setor foi meteórico. Enquanto, nos últimos dez anos, o mercado avançava a um ritmo de 90%, no Brasil o setor se expandiu em 190%, de acordo com os dados do Dossiê dos Agrotóxicos, apresentado 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em Porto Alegre. Hoje as plantações brasileiras consomem 7,3 bilhões de dólares de agrotóxicos, equivalente a 19% do mercado global.

“A pressão sobre a Anvisa é grande, tanto em demanda de processos quanto em pressão política para a aprovação”, conta Meirelles a CartaCapital. Funcionário da Anvisa por quase 13 anos, ele vivenciou o processo de crescimento do setor e pressão. “Hoje seis empresas dominam cerca de 70% do mercado de agrotóxicos no País. Por isso é normal existir pressões. Toda semana recebíamos visita de parlamentares para saber do andamento dos processos.”

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sábado

Transgênicos e energia nuclear, somos todos cobaias?

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Cartaz de divulgação do filme ‘Tous Cobayes’ (‘Todos cobaias’, em tradução livre), baseado no livro de mesmo nome escrito pelo cientista francês Gilles-Éric Séralini. As obras, que questionam a adoção de alimentos transgênicos e energia nuclear no mundo sem a realização de testes de segurança. Foram lançadas no dia 26 de setembro de 2012.

Agora é esperar chegar por aqui.

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quarta-feira

O fumo, um problema ambiental da plantação ao consumo

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Evaldo e a doença da folha verde - moleza nas pernas, ânsia, mal-estar e insônia
Se ainda é fumante, é bom saber. Se é que vai querer fazer isso. Que a sua opção em assumir os ditos males que o cigarro podem, podem não, trazem para sua saúde e vida, além daqueles mesmo males que trazem para os que vivem próximos de você, filho, esposa, familiares, amigos etc, tudo bem, “é um direito seu", mas, tem ainda um elo da cadeia que vai do plantio ao seu consumo, que é pouco conhecido ou divulgado.
"Antes de chegar aos pulmões do consumidor, cigarro já traz histórico de males como trabalho exaustivo, intoxicação por agrotóxicos, exploração e mão de obra infantil.
Você pode até achar que não tem nada à ver com isso. É como diria o Millôr: Livre pensar, é só pensar, embora isto não mude, essencialmente, a natureza das coisas.

Entretanto, a lógica desta cadeia produtiva de cigarros, doenças e morte que vai da lavoura, passando pela industria até a casa e à família, tem nas mãos do fumante, tambem, a responsabilidade por interrompê-la ou quebrá-la. (do Novaseboas)

Dê uma conferida no link: O passivo do fumante começa na roça 

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Como fazer a lavagem correta dos alimentos

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Nestes tempos em que os alimentos que consumimos estão repletos de substâncias alheias ao nosso organismo como os adubos químicos, agrotóxicos ou defensivos agrícolas, além da infinidade de aditivos e conservantes de todos os tipos nos alimentos industrializados, alguma coisa é preciso ser feita para evitar ou minimizar os seus efeitos na nossa saúde e vida.

Naqueles alimentos consumidos “in natura”, como verduras, frutas e legumes, o ideal seria consumi-los orgânicos, mas, além do preço maior, nem sempre os encontramos disponíveis perto de casa, por isso, este artigo da revista Ciência Hoje, feito a partir da pegunta de um usuário, dá algumas dicas importantes de como fazer para amenizar este problema.
"A lavagem de frutas, verduras e hortaliças em solução de vinagre e água é uma medida eficiente para o controle de vários microrganismos, como o vibrião que causa a cólera. 
Essa medida é indicada, principalmente, para aqueles produtos consumidos com casca e ao natural, ou seja, sem qualquer cozimento – como os tomates e a alface da salada. 
Essa medida de higiene não é eficaz, entretanto, para eliminar resíduos de agrotóxicos nos alimentos. Grande parte dos agrotóxicos utilizados na lavoura é de uso tópico, concentrando-se, após a aplicação, na superfície do alimento. 
Lavar bem as folhas e cascas, ou mesmo descascar o alimento, ajuda a eliminar parte dos resíduos de agrotóxicos. 
Deixar o alimento de molho em uma solução de 1 litro de água e uma colher de sopa de bicarbonato de potássio por 30 minutos também ajuda a eliminar parte dos resíduos de agrotóxicos. 
Alguns estudos mostram ainda que deixar o alimento de molho em uma solução de 1 litro de água e uma colher de sopa de bicarbonato de potássio (aquele vendido em saquinhos no supermercado, junto aos temperos) por 30 minutos também ajuda a eliminar parte desses resíduos. 
Essas são dicas que podem ajudar o consumidor a ingerir alimentos com menos resquícios de agrotóxicos. Mas a melhor dica é conhecer a origem dos alimentos e, quando possível, dar preferência aos orgânicos, que não utilizam agrotóxicos – principalmente, se for ingeri-los sem cozimento."
     Frederico Peres - Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana 
Escola Nacional de Saúde pública, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Uma coisa prática e fácil de fazer e que pode até trazer-lhe uma vantagem adicional, o prazer, é uma horta orgânica, quando você elimina de cara alguns destes problemas relatados no artigo acima. Dê uma olhada no link: Como fazer uma pequena horta orgânica em casa ou no apartamento, e verá que até o espaço não chega a ser um problema e pode ser feita por qualquer pessoa.
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segunda-feira

Movimento internacional contra a Monsanto

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A Monsanto é uma empresa que domina grande parte do mercado internacional de alimentos com as suas sementes transgênicas de altos riscos à saúde e ao meio ambiente, poder este graças ao seu grande “poder persuasivo” com o financiamento de “lobbys” poderosos formados por parlamentares que estão se lixando para os interesses do eleitor que o elegeu e para o próprio país que deveriam servir. O Paraguai é a mais nova vítima.

"Organizações sociais paraguaias se unirão no movimento internacional “Ocupa Monsanto” contra a multinacional estadunidense, considerada a maior produtora de transgênicos, que conseguiu uma liberação do governo para o uso de sementes.

A jornada ocorrerá na próxima segunda-feira (17) de setembro em distintos países e os paraguaios se reunirão no Panteón de los Héroes, que fica na região central da capital paraguaia, para expressar seu protesto por essa autorização, repudiada especialmente pelos camponeses e indígenas.

O governo de Federico Franco, que assumiu a presidência da República após a destituição de Fernando Lugo, deu luz verde para as sementes de algodão com sementes transgênicas e tem programado estendê-la para a mandioca e outros produtos agrícolas.

As organizações camponesas e indígenas locais denunciaram que sua introdução significa um golpe de morte para as sementes nacionais e sinalizaram os danos que causam para a saúde dos agricultores e para o meio ambiente, junto aos herbicidas vendidos pela própria multinacional.

Esses setores encontram-se em plena mobilização contra a Monsanto e seus projetos no país, defendidos especialmente por Franco e porta-vozes do Executivo.

A convocatória principal a nível mundial ocorrerá no estado norte-americano de Missouri, sede da empresa e onde também estão locais de investigação e se anunciam ações contra a empresa na Argentina, Alemanha, Canadá, Filipinas e outros países, segundo informou-se.

A transnacional Monsanto é responsável pela produção de 90% dos transgênicos usados no planeta e é também líder no mercado de sementes para este tipo de cultivo. (do Prensa Latina)

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O veneno está na nossa mesa. Fazer o que?

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A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos alerta: O veneno está na mesa. Assista ao filme do premiado diretor Sílvio Tendler, que mostra os perigos dos agrotóxicos e aponta que a agroecologia já acontece e representa uma solução real para a agricultura sustentável.
Diante de uma realidade assim, nua e crua, sobre o que ingerirmos todos os dias, surge a pergunta inevitável: Fazer o que, imediatamente?

A ação mais adequada, já que não dá para parar de comer, é minimizar. Como?

Com muita informação, pois, assim será possível evitar alguns alimentos, substituindo-os, adquirir na medida do possível, alimentos orgânicos. Sim, eles são mais caros, mas, quando se trata de saúde ou mesmo de vida ou morte, vale à pena o investimento.

Um aspecto que talvez não ajude as pessoas a mudarem de atitude é que o envenenamento não é imediato, e geralmente não se estabelece uma relação de causa e efeito, quando alguém aparece com uma doença séria tipo câncer, para ficar só neste exemplo, que fica como se tivesse surgido do nada, como uma fatalidade.
Leia: 
Como fazer uma pequena horta orgânica, em casa ou no apartamento 
Como fazer para eliminar pulgões na horta e nas plantas
Uma ideia simples, mas significativa, é partir para se fazer uma horta em casa. Isso mesmo! Porque não?

Pode ser uma tremenda curtição além de garantir alimentos saudáveis, sobretudo aqueles que costumamos comer crus, como couve, alface, cebolinha, salsa, coentro, desde que seja uma cultura orgânica, ou seja, que não caia no “canto de sereia” de produzir hortaliças “mais bonitas”, fazendo uso dos mesmos venenos.

A ideia do filme é trazer consciência e mudança de atitude e não medo e desespero.

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“Veta Dilma”. Você sabe, mesmo, sobre o que está(va) falando?

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Um pesquisa divulgada pelo DataFolha apontou que 85% dos brasileiros priorizam a proteção ambiental e 79% são a favor do veto ao Código Florestal, que a Dilma vetou parcial e seletivamente.

O detalhe da pesquisa que não foi tão divulgado assim, é que, das 1.286 pessoas ouvidas, apenas, 6% afirmaram que sabiam sobre o que estavam falando, ou seja, o restante 94% não tinha informações sobre o conteúdo do Código Florestal e o porquê das discussões.

Você acha, seriamente, que estes 6%, ou algo em torno de 0,00041% da população brasileira representa uma opinião consistente sobre o que pensa a sociedade brasileira sobre a viabilidade ou não do novo Código Florestal, ou sobre qualquer outro tema de tamanha relevância para o país?

Ao passar para frente uma frase como esta:“Veta Dilma”, sem saber exatamente sobre o que está falando ou fazendo, acha, mesmo, que está sendo um cidadão consciente cuidando do seu futuro, de seus filhos e do país? 

Acha, mesmo, que basta uma frase assim para se sentir ecologicamente correto, um ambientalista ou politicamente engajado, sem antes procurar se informar sobre o que está defendendo? É assim que você costuma votar nas eleições?

Não estamos aqui, entrando no mérito do ser contra ou a favor, mas, da “qualidade” da sua opinião ou voto, ou seja, da sua real consciência do que está falando ou fazendo.

A questão ambiental como um todo é mais complexa do que quer parecer crer "um monte” de ONGs, a maioria delas estrangeiras, que conta com a sua ingenuidade e desinformação para atingir objetivos, sabe-se lá quais são e a quais interesses, efetivamente, defendem ou servem.

Repetir ou passar para frente uma frase ou um “slogan” qualquer não vai fazer de você um cidadão mais participativo e engajado, por mais escolaridade que tenha, se não se informar devidamente sobre o tema em questão.

Pense nisso! Ninguém gosta de fazer papel de “bobo alegre” ou de inocente útil.

Obs. Você pode encontrar mais informações sobre as implicações que um veto total ao Código Florestal, traria à preservação das florestas e ao país, aqui.

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sábado

Mudanças no Código Florestal beneficiam pequenos produtores

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25 May 2012 01:28 PM PDT - Blog do Planalto

O ministro da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, disse hoje (25) que as mudanças e vetos ao Código Florestal feitos pela presidenta Dilma Rousseff vão beneficiar os pequenos agricultores. Pela proposta apresentada pelo governo, haverá um escalonamento das faixas de recuperação das Áreas de Preservação Permanente (APPs) de acordo com o tamanho da propriedade.

Para propriedades de até 1 módulo fiscal, a recomposição deverá ser de 5 metros, não ultrapassando 10% da propriedade. Para propriedades de um a dois módulos fiscais, a recomposição será de 8 metros, limitada a 10% da propriedade. Proprietários de dois a quatro módulos terão que recompor 15 metros, não ultrapassando 20% da propriedade. 

Para propriedades acima de quatro módulos, a área recuperada vai de 30 a 100 metros.
Os grandes proprietários têm condições de fazer isso. Nosso foco é dirigido ao pequeno produtor, que é de fato o produtor que requer um apoio complementar. As grandes áreas são lucrativas e produtivas e tem condições de recompor as áreas que foram desmatadas”, disse Adams.

Os grandes produtores têm grande extensão de propriedade e condições de recuperar todas as áreas de preservação permanente”, acrescentou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Segundo a ministra, 90% das propriedades rurais no Brasil têm até quatro módulos fiscais e ocupam 24% da área agrícola do país. As propriedades com mais de 10 módulos representam 4% do total de imóveis rurais do país e ocupam 63% da área produtiva agrícola.

Artigos relacionados

  • Presidenta Dilma veta 12 dispositivos e faz 32 alterações no Código Florestal
  • Ministros concedem entrevista sobre Código Florestal às 14h no Palácio do Planalto
  • Veja a apresentação sobre os vetos e alterações no Código Floresta

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França pede proibição de milho transgênico na Europa

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O governo da França reiterou esta semana o pedido para que a Comissão Europeia suspenda a autorização do plantio do milho transgênico MON 810, da Monsanto. O Ministério do Meio Ambiente baseou a nova solicitação em estudos que mostram a contaminação das lavouras cultivadas com variedades tradicionais.

A França apontou ainda que vai manter a proibição local ao plantio da única variedade de milho geneticamente modificado autorizada na União Europeia. O país mantém desde 2007 postura contrária ao produto da norte-americana Monsanto por considerar que ele implica em contaminação dos plantios tradicionais e do pólen usado na produção de mel, outro produto importante para o país.

A postura francesa é alvo de irritação dos diplomatas dos Estados Unidos, como revelaram em 2010 telegramas filtrados pelo projeto Wikileaks. Durante o governo de George W. Bush, embaixadores chegaram a sugerir uma retaliação “ao estilo militar” como forma de punir economicamente a União Europeia e fortalecer as vozes a favor da biotecnologia, isolando a França e os pesquisadores contrários às alterações genéticas, que veem no uso da transgenia danos à saúde e ao meio ambiente.

O governo da nação europeia vale-se do “princípio da precaução”, uma norma presente na constituição de vários países assegurando que nenhum Estado tem o poder de expor seus cidadãos a substâncias sobre as quais pesem dúvidas quanto aos riscos que acarretam.

O caso do MON 810 levou a uma discussão para permitir aos países da União Europeia imporem, individualmente, barreiras ao plantio de transgênicos. A França e outras nações, porém, anseiam por uma proibição continental para evitar que a contaminação por meio da fertilização cruzada leve à inocuidade dos vetos locais. (Rede Brasil Atual)

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quarta-feira

Praga do milho resiste ao milho transgênico da Monsanto

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Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, descobriram que lavouras cultivadas com o milho transgênico da Monsanto estavam, inexplicavelmente, muito danificadas pela lagarta raiz. A suspeita é que as lagartas, consideradas uma das mais sérias pragas do milho, estão desenvolvendo resistência ao milho geneticamente modificado da Monsanto.

Os sinais de resistência já forma encontrados em quatro estados do Meio-Oeste norte-americano. Pesquisadores da Agência de Proteção Ambiental (EPA), divulgaram memorando confirmando os casos de resistência e, alertada, a Monsanto alegou que o problema envolve apenas uma pequena fração das lavouras plantadas com o milho neste ano, embora considere que a avaliação da agência é séria, mas que seus atuais procedimentos de monitoramento são completos.
Leia tambem:
Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos
 
Agrotóxicos, defensivos e transgênicos,‭ ‬venenos à mesa

Salmão transgênico é aprovado para consumo pelo FDA  

A Republica Unida da Soja. Território supranacional da Monsanto

A companhia foi a primeira a vender sementes modificadas para resistir à lagarta da raiz, em 2003. A semente contém um gene de um microrganismo do solo que produz uma proteína chamada Cry3Bb1, que tem a capacidade de matar a lagarta. As informações são da Dow Jones.
Este caso confirma as apreensões e justifica o combate ao uso de sementes geneticamente modificadas, já que a tecnologia é relativamente nova e não foram feitos estudos suficientes que comprovem a sua inocuidade ao meio ambiente e a saúde.
Os casos de resistência aos transgênicos podem provocar o surgimento de super pragas que podem gerar um crise radical na produção de alimentos, já que as sementes modificadas são – pelo lucro que proporciona a empresa – de lavouras que produzem alimentos de grande produção e consumo em todo o mundo, como o milho e a soja. 
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sexta-feira

Queijos artesanais e tradicionais podem desaparecer no Brasil


Utilizando critérios “anacrônicos” de saúde pública o Estado, através de suas agências reguladoras destroem uma cultura secular no Brasil, para favorecer aos grande laticínios, quando se sabe que países europeus como a França tem legislação que protege seus queijos artesanais seculares, itens de excelência e requinte da culinária francesa, como os queijos Roquefort e Gorgonzola, e o mesmo ocorre com outros países.

Os queijos artesanais brasileiros, preparados com leite cru, estão em risco de extinção.

Essa é a opinião de produtores, acadêmicos e associações sem fins lucrativos, que estiveram reunidos na última semana em Fortaleza, no primeiro Simpósio de Queijos Artesanais do Brasil.

Um objetivo comum os uniu ali, por três dias de palestras, debates e discussões: preservar os processos seculares de produção desses queijos, que carregam, em si, valores culturais e históricos.

"É mais que um alimento, é uma expressão profunda da nossa forma de vida", disse Kátia Karan, do movimento Slow Food (a favor da pequena produção camponesa).

Não importa se o queijo é feito no Rio Grande do Sul, nas serras de Minas Gerais ou no agreste pernambucano.

Todos são de "terroir", ou seja, estão relacionados ao clima, à pastagem e ao tipo de bactérias de cada região.

São feitos em pequena escala com leite cru (não pasteurizado), em propriedades familiares, de receitas tradicionais -o saber fazer passa de geração para geração. 


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sábado

Industria desrespeita lei e não rotula transgênicos


As industrias de alimentos desobedecem a lei que determina a indicação nos rótulos e embalagens sobre a presença de ingredientes transgênicos, enquanto tentam revogar a lei no Congresso, em claro desrespeito ao consumidor que tem direito de saber e recusar um produto geneticamente modificado.

Rótulo exigido por lei
Defensores de direitos de consumidores e ambientalistas afirmam que a indústria de alimentos ainda não está cumprindo a lei que determina a especificação em rótulo informando os consumidores sobre a presença de ingredientes produzidos a partir de organismos geneticamente modificados (OGMs). 

O símbolo, que deveria constar em qualquer alimento com mais de 1% de origem transgênica, é um “T” de cor preta sobre um fundo amarelo em formato de triângulo (semelhante a uma placa de trânsito).

“Falta informação nesse sentido”, aponta a especialista da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo, Andrea Benedetto Arantes. “O consumidor tem o direito de escolher”, ressalta o ex-coordenador da campanha contra os transgênicos do Greenpeace, Iran Magno.

“A informação é extremamente relevante neste caso por uma questão de saúde pública”, alerta Juliana Ferreira, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). “Infelizmente, se a rotulagem não é feita adequadamente, não há meios de o consumidor saber, ficando tolhido em seu direito de escolha e de ser adequada e claramente informado”, aponta a advogada.


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domingo

Obesidade, a contraparte mórbida da fome mundial – Blog Action Day, #BAD11

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Aproveitando o Dia Mundial da Alimentação, o Blog Action Day 2011, #BAD11, aproveitou para eleger o seu tema deste ano.

A reflexão é sobretudo sobre a dificuldade de acesso aos alimentos por quase 1 bilhão de pessoas no mundo, agravada nos últimos anos pela grave crise econômica que desde 2008 vem inflacionando mais ainda os preços.

Ao lado dos quase 1 bilhão de famintos, o mundo convive hoje com uma verdadeira epidemia que são os 1,5 bilhão de obesos que criam um contraponto ’macabro’ deste quadro de distribuição e acesso aos alimentos.

Logo, mais do que se criar políticas internacionais que promovam uma melhor distribuição dos alimentos, é urgente a criação de políticas públicas de saúde em cada pais, que resgatem a cultura alimentar de cada povo que, com certeza, tem alimentos mais nutritivos e saudáveis.

Uma medida que já vem sendo adotada por alguns países é a proibição de publicidade de alimentos direcionadas ás crianças e adolescentes, que desvirtuam os hábitos alimentares tradicionais e condicionam ao consumo do que se convencionou chamar de fastfood, com alimentos altamente calóricos, e com adicionais de nenhum valor nutricional e claramente prejudiciais à saúde como os refrigerantes.

Leia tambem:
Os pais, que tambem consomem, não conseguiriam, nem se quisessem, controlar os novos vícios alimentares, já que a publicidade nos meios de comunicação lhes atribuem qualidades subjetivas e dissociadas de sua real natureza, comprovadamente perniciosa à saúde.
O modelo alimentar seguido pelo mundo via globalização é o fastfood norte-americano, que detonou a saúde de sua população que detém hoje, os maiores índices de obesidade, associados a doenças relacionadas como a diabete e toda sorte de doenças cardiovasculares.
O carro chefe desta disseminação da desnutrição, da obesidade e das doenças são as suas empresas como o McDonald, que se espalharam pelo mundo como erva daninha e vem destruindo, via publicidade direcionada às crianças e adolescentes, os hábitos alimentares tradicionais de cada lugar.

Este, a obesidade, é um aspecto tão importante para a saúde no planeta como o acesso à alimentação pelos famintos, pois, sabe-se, que morrem hoje no mundo mais pessoas por obesidade do que por fome ou falta de alimentos, conforme estudo divulgado pelo Crescente Vermelho, versão da Cruz Vermelha para ao mundo muçulmano.

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Embrapa pesquisa novas fontes de produção do etanol



Novos fontes de produção do etanol estão sendo estudadas pela EMBRAPA, visando diversificar a produção no pais, o que pode não só reduzir os preços como criar uma escala de produção que garanta uma posição de liderança mundial do Brasil na produção do combustível. Confira o vídeo para maiores informações.

Leia tambem: Novas fontes de produção do biodiesel

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terça-feira

Pastos ocupam maior parte de área desmatada da Amazônia


As alegações sobre a necessidade de novas áreas – desmatamentos – para a agricultura, ficam sem suporte diante dos novos dados divulgados pelo INPE/Embrapa, pois, parte dos mais de 60% de áreas com pastos são, na realidade, áreas degradadas ou abandonadas, que podem muito bem ser utilizadas na agricultura sem a necessidade de abertura, desmatamento, de novas áreas.

Mais de 60% da área já desmatada na Amazônia foram transformados em pastos. A conclusão está em um levantamento divulgado hoje (2) e que, pela primeira vez, mapeou o uso das áreas desmatadas do bioma e mostrou o que foi feito com os 720 mil quilômetros quadrados de florestas derrubados até 2008 – uma área equivalente ao tamanho do Uruguai. A maior parte foi convertida para a pecuária.

O levantamento, feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dividiu a área desmatada em dez classes de uso, que incluem pecuária, agricultura, mineração, áreas de vegetação secundária, ocupações urbanas e outros.

A pecuária ocupa 62,1% de tudo o que foi desmatado no bioma, com pastos limpos – onde houve investimento para limpar e utilizar a área –, mas também com pastagens degradadas ou abandonadas. Na avaliação do diretor do Inpe, Gilberto Câmara, o número confirma a baixa produtividade da pecuária na região e que o desmatamento não gerou necessariamente desenvolvimento econômico.(...).

A produção agrícola ocupa cerca de 5% da área total desmatada na Amazônia. Apenas em Mato Grosso a agricultura representa um percentual significativo do uso das áreas que eram ocupadas originalmente por florestas.

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quarta-feira

Maconha pode virar biodiesel

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A busca por formas de produção de energias alternativas, movidas menos por preocupações ambientais propriamente ditas, e mais na busca de novas oportunidades de faturar, vem trazendo uma gama muito grande, e até inusitadas, de ‘fontes’, embora a corrida pelo óleo negro continue a todo vapor.

Depois do etanol, é o biodiesel que trás as maiores novidades como combustível alternativo, já que, praticamente todas as fontes de óleos essenciais contidos nos vegetais e as gorduras animais são potenciais promessas.

A tecnologia ou o mecanismo de produção é tão simples que não demora alguém vai lançar um “kit combustível alternativo” para você mesmo fazer em casa o combustível do seu veículo.

Pesquisas na USP poe na lista a borra do café que além de grande produtor mundial é o produto de maior consumo no país. Outra aposta é nas penas de frango que até então eram utilizadas como ração, deles próprios e adubo, agora, podem ser utilizadas na produção do biodiesel.

Como subproduto das fazendas de criação e abate de jacarés, nos EUA, que abastecem a industria da moda – com os “crocos” – e aos restaurantes especializados, a gordura até então sem um destino mais nobre, tambem, deve ser transformada em combustível.

Correndo por fora, e se tudo der certo vai ser um grande alívio para o meio ambiente, é a tentativa de algumas empresas de produzirem um diesel sintético com as fraldas que aos bilhões entulham os lixões e aterros sanitários em todo o mundo.

Agora, para ajudar a convencer aqueles que duvidam das propriedades benéficas da cannabis sativa, pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, descobriram que o seu alto teor de óleos essenciais a torna uma grande candidata a produtora de biodiesel, tambem, devido a sua pouca exigência por solos e cuidados especiais no cultivo.

Como vê, não parece difícil encontrar um substituto para o velho petróleo como combustível, o lance é a tal da “vontade política” ou um nível mais radical de necessidade, o que, a avaliar pelas novas descoberta de jazidas não vai ocorrer tão cedo.

Fonte: Exame

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Código Florestal pode interferir na produção de alimentos?

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As discussões do Código Florestal tomaram uma dimensão do tamanho de sua importância real, embora os interesses corporativos por um lado e um certo romantismo ambiental do outro, ameacem aprovar um código que pode passar ao largo das reais necessidades do país, que seria a preservação deste patrimônio inestimável de nossas florestas para as próximas gerações, sem entretanto comprometer a sobrevivência e a qualidade de vida de amplos setores das gerações atuais, a produção de alimentos e o comprometimento do desenvolvimento econômico do país.
(..) Para o engenheiro agrônomo Eliseu Alves, assessor do presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o debate em torno da reforma não pode se restringir ao foco no meio ambiente. Seria preciso também observar as necessidades da população no meio rural, o que significa levar em conta os custos sociais e de manutenção dos trabalhadores rurais no campo, além da responsabilidade do país na produção mundial de alimentos. 

De acordo com Eliseu Alves, em situação de miséria, com empregos perdidos ou dificultados pela série de exigências do texto legal, muitos têm migrado para as cidades. Alves estima que quase quinze milhões de trabalhadores do campo estão prontos para deixar o campo em todo o Brasil, mais especialmente da região Nordeste, e isso deve ser considerado no novo texto em debate. Também nesse sentido opinou Silvio Krinski, engenheiro agrônomo coordenador de meio ambiente da Organização das Coooperativas do Paraná (Ocepar). 

Segundo disse, o texto do Código Florestal atual desestimula a produção rural. Se permanecer sem ajustes, a segurança alimentar estará em risco, haverá desemprego e as pessoas deixarão as lavouras rumo aos centros urbanos. Ele afirmou que o Brasil tem 56% de seu território ainda com cobertura florestal, mais elevado que a média mundial (30%) e que os Estados Unidos (33%) e a China (22%), por exemplo. Por outro lado, o país tem a menor porção de exploração de território para a produção de alimento (31%), e dos 270 milhões de hectares usados para esse fim, 58 milhões são para a agricultura e 211 milhões para a pecuária.


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terça-feira

A pegada ecológica do papel, verdade ou mito?

Plantação de eucalipto

Uma ideia recorrente é a que afirma sobre a necessidade de se economizar papal em função do seu impacto ambiental, como a derrubada de árvores nativas e ao desmatamento

Claro que o uso racional de qualquer produto ou recurso seja natural ou não é uma questão de racionalidade e bom senso, já que, em boa parte não são renováveis. Isso além de gerar resíduos – reciclados ou não – e implicam ainda no uso de energia. Logo, o desperdício não tem, como se diz, nada a ver, mesmo.

Entretanto, a campanha contra o uso do papel é, no mínimo, questionável. Pelo menos da maneira como é colocada, ou seu impacto ambiental, já que a sua alternativa, a mídia eletrônica tem uma grande pegada ecológica, que muitos desconhecem e pouco é divulgada.

O papel não é feito de árvores nativas ou de desmatamento, mas, de plantações de árvores como o eucalipto e o pinos, em uma atividade agrícola como outra qualquer e, ainda teria a vantagem de contribuir para o sequestro de carbono com os milhões de árvores plantadas.

Para se ter uma ideia, na contabilidade que se faz na União Europeia sobre as suas reservas ‘verdes”, por exemplo, entram as extensas plantações de árvores, tanto em reflorestamento como aquelas para alimentar a industria de celulose.

Esta campanha vem a calhar com o surgimento das novas mídias e gadgets que muitos ‘profetizam’ que irá acaba com o livro impresso, revistas e jornais. Ou seja, livre pensar, é só pensar.

Logo, não sei a que interesses serve, mas, a campanha que se faz contra o papel, talvez, devesse explicar melhor as coisas.

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