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terça-feira

Qual é o volume real da água no planeta?

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O Instituto de Oceanografia Woods Hole, nos EUA, simulou uma curiosa experiência e criou a imagem acima.

Ela mostra que, apesar da aparência do planeta banhado pelos oceanos azuis, ou seja, com sua cobertura de 70% de água, ela representa, na verdade, uma pequena gota com aproximadamente 700 km de diâmetro, como pode ver na “gota azul” na imagem, o que justifica perfeitamente o fato de ele se chamar Planeta Terra e não Planeta Água.

Com informações de TerraEco



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sábado

Proibido o uso de garrafa plástica para água mineral em cidade nos EUA

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É uma iniciativa da cidade de Concord, em Massachusetts, nos EUA, resultante da atuação de grupos ativistas locais que, embora de efeito restrito, é válido, sobretudo, pela reflexão que provoca em torno do uso de matéria-prima fóssil – petróleo - o tereftalato de polietileno (PET), em sua fabricação, alem do grande desperdício, já que os índices de reciclagem são muito baixos, não só nos EUA, mas em todo o mundo.
Segundo o grupo ativista, Campanha da Garrafa: "É preciso 17 milhões de barris de petróleo por ano para fazer todas as garrafas de água de plástico usadas apenas nos EUA. Isso é óleo suficiente para abastecer 1,3 milhões de carros por ano."Seu site também afirma: "Em 2007, os americanos consumiram mais de 50 bilhões de garrafas servem individuais de água com uma taxa de reciclagem de apenas 23%, mais de 38 bilhões de garrafas acabam em aterros sanitários.".
As industrias contrariadas já apelam para a saída que é engarrafarem a água em garrafas maiores, já que a proibição é específica para a garrafinha de uso mais comum, de 500ml.

Os idealizadores da campanha teem consciência da limitação da medida, mas, acreditam no efeito didático e/ou na reflexão que pode gerar nos EUA e em outros países.


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quarta-feira

Os rios deixados de herança para as novas gerações

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Em Jacarta, na Indonésia
Rio Yamuna, na Índia
Baia da Manila, nas Filipinas
Rio Pingba, na China
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terça-feira

Porque não se deve lavar uma lata ou saco para reciclagem

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Qual o recurso natural mais precioso do planeta sem o qual a vida não seria possível? Se respondeu a água, acertou.

Então me explique, porque alguém tem que lavar uma lata de leite condensado se para isso terá que gastar litros e mais litros de água para reciclar menos de 20gr de ferro?

É assim com tudo o mais, inclusive um mísero “naco" de plástico de um saquinho de leite. Isso desde que “alguém” fez a recomendação, provavelmente em algum programa de TV.

Quando no curso de Administração, visitamos varias empresas, dentre elas uma siderúrgica, quando me chamou a atenção uma “montanha”, tipo um prédio de 3 a 4 andares, de sucata de ferro, inclusive muitas latas, todas enferrujadas ao lado do alto forno.
Leia também: Reciclagem e reutilização é a mesma coisa?
Tudo ia ser derretido e, conforme pudemos conferir, todo ferrugem e sujeira ficavam retidas em uma espécie de filtro por onde passava o ferro derretido, uma borra ou escória, como explicaram.

Logo, o estado de limpeza ou não do material a ser reciclado não vai comprometer o produto final. O muito que pode ocorrer é que os restos de alimentos na lata ou saquinho venham a provocar mau cheiro ou atrair insetos, sobretudo se mal acondicionados.

No mais é um incompreensível desperdício de um bem cada vez mais raro no planeta, em nome da “limpeza” de alguns materiais para reciclagem que, desta maneira, não é, decididamente, ecologicamente correto ou sustentável, logo, não se justifica.

É só usar a criatividade para evitar o mau cheiro ou o acesso dos insetos.

      Obs. Este post foi feito em função de uma discussão que tenho visto há já algum tempo, e de perguntas de usuários. Dê a sua opinião!

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domingo

Remédios e cosméticos, os “novos” vilões da água e do meio ambiente

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É preciso pesquisar para encontra notícias boas no que se refere ao meio ambiente ou ao estado de sua degradação provocada por uma insensata “filosofia” de exploração e “domínio” da natureza. Nós estamos nos tornando verdadeiros reféns de nossos maus hábitos consumistas.

Onde vão parar os resíduos dos remédios, dentifrícios, cremes, sabonetes? Na água: da descarga dos vasos sanitários ou dos chuveiros uma torrente de princípios ativos tóxicos termina na água dos rios e lagos, nos lençóis freáticos, na irrigação das culturas agrícolas

Na Itália, análises recentes das águas da província da Lombardia, e dos sedimentos encontrados nos rios Po, Lambro e Adda, bem como nos aquedutos das cidades de Varese e de Lodi, revelaram a presença em altas doses de antibióticos, antitumorais, anti-inflamatórios, diuréticos, ansiolíticos, medicamentos anticolesterol, sem falar das substâncias hormonais.

As autoridades sanitárias da região ficaram de cabelos em pé. A primeira pergunta que veio à tona não poderia ser outra: essa poluição se limita à Itália do Norte? A resposta, infelizmente, é não. Ela está hoje em toda parte, em todos os países, em todos os continentes. O Brasil está bem longe de ser exceção à regra.

Onde vão parar os restos de dentifrícios, cremes e sabões? Os fármacos que eliminamos com as fezes e a urina? As drogas, os conservantes de comidas e bebidas? Tudo acaba na água: a partir das descargas dos vasos sanitários, das banheiras e duchas, dos tanques e máquinas de lavar roupa, toda essa enorme carga de produtos químicos e princípios ativos farmacêuticos termina nos rios, nos mares, nos lagos, nos lençóis freáticos e na água usada para a irrigação das lavouras agrícolas.

A cada dia, novos estudos confirmam consequências alarmantes, particularmente sobre a sexualidade e o sistema reprodutivo dos peixes e dos anfíbios. Produzem as mesmas consequências em nós? Podemos prescindir dessas substâncias?

 Mais informações...

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sábado

Prefeito suspende licitação para privatização da água


A luta pela posse da água se dá na surdina, quando grandes transnacionais corrompem e usam políticos, preocupados apenas com seus bolsos, para tomar posse e controlar a distribuição de um bem publico tornando-o uma mercadoria como outra qualquer e não um direito inalienável de todo ser humano, sobretudo quando suas reservas diminuem em todo o mundo. Elas veem “comendo pelas beiradas”, como se diz, como é o caso abaixo, em um pequeno município do Rio Grande do Sul. Em todos os lugares onde isso ocorreu os preços subiram e a qualidade do serviço piorou.
O novo prefeito de São Luiz Gonzaga, Mário Meira (PP), empossado no cargo nesta sexta-feira (13), decidiu suspender a licitação para a privatização do abastecimento de água e saneamento no município. 

Em entrevista à rádio Missioneira, Meira anunciou que estudará a proposta apresentada pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) para a execução desses serviços.

O até então prefeito do município, Vicente Diel (PSDB), foi afastado do cargo hoje, em sessão extraordinária da Câmara de Vereadores do município. Diel foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado por interferir indevidamente na licitação do transporte escolar do município, em 2005, quando era vice-prefeito e secretário de Obras do município. A pena de dois anos e três meses de prisão em regime semiaberto foi convertida em prestação de serviços à comunidade e pagamento de 50 cestas básicas para entidades assistenciais. (RS Urgente)

É bom lembrar, que o “preço da água” distribuída no Brasil, hoje, não é um “preço” no sentido usual, já que não envolve lucros, mas, apenas o repasse dos custos da capitação, tratamento e distribuição.

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domingo

Água, direito ou mercadoria? A disputa pela água no planeta


As grandes reservas hídricas como a bacia do Congo, Amazonas, o aquífero Guarani ou os grandes lagos de África central coincidem com a existência de grandes populações em expansão e fortes conflitos étnicos e religiosos. Além disso, grande parte dos países desta região se encontram fortemente pressionados pelo sistema financeiro internacional que tenta implantar uma gestão neoliberal dos recursos hídricos. O artigo é de Monica Bruckman.

Aquíferos [Clique para ampliar]
Duas visões contrapostas estão em choque na disputa global pela água. A primeira, baseada na lógica da mercantilização deste recurso, que pretende convertê-lo em uma commodity, sujeita a uma política de preços cada vez mais dominada pelo processo de financeirização e o chamado “mercado de futuro”.

Esta visão encontra no Conselho Mundial da Água, composto por representantes das principais empresas privadas de água que dominam 75% do mercado mundial, seu espaço de articulação mais dinâmico. (...)

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, em julho de 2010, a proposta apresentada pela Bolívia, e apoiada por outros 33 Estados, de declarar o acesso à água potável como um direito humano. Como previsto, os governos dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e o Reino Unido se opuseram a esta resolução, fazendo que perdesse peso político e viabilidade prática, na opinião de Maude Barlow, ex-assessora sobre água do presidente da Assembleia Geral da ONU [2]. Estes quatro países, e suas forças políticas mais conservadoras, aparecem como o grande obstáculo.

O perigo para os operadores da água é grande, certamente, um reconhecimento da água e do saneamento como direito humano limitaria os direitos das grandes corporações sobre os recursos hídricos, direitos consagrados pelos acordos multilaterais de comércio e investimento. (...)

A América do Sul possui três grandes aquíferos: a Bacia do Amazonas, a Bacia do Maranhão e o sistema aquífero Guarani, que mais parece um “mar subterrâneo” de água doce que se estende por quatro países do cone sul: Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai. Pelo volume das reservas destes aquíferos e pela capacidade de reposição de água destes sistemas, a América do Sul representa a principal reserva de água doce do planeta.

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sexta-feira

De Olho Na Água, projeto de conservação da água da Petrobras


Como grande usuária de água em suas atividades, a Petrobras desenvolve várias iniciativas ligadas ao reuso e à conservação da água em projetos variados por todo país.

Continuando a série de reportagens durante a semana do Fórum Mundial da Água, o blog Fatos e Dados apresenta mais um projeto patrocinado pela Petrobras para a conservação dos recursos hídricos brasileiros. É o De Olho Na Água, localizado na cidade de Icapuí (Ceará) e seus arredores, mas que já se multiplicou por outros estados brasileiros e até para fora do país.

A planície costeira de Icapuí representa um dos mais complexos sistemas ambientais da costa cearense. A cadeia alimentar da população local depende dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, da produção e dispersão de nutrientes dos manguezais, das lagoas costeiras e do banco de algas. O estudo, a catalogação e a preservação de sua biodiversidade também servirá para ações em outros ecossistemas.

O projeto tem assessorado as comunidades locais na instalação e manutenção de tecnologias sustentáveis para o cotidiano. Por exemplo: as cisternas de ferrocimento captam até 500 mil litros de água da chuva e são de baixo custo. “Isso evita usar água dos lençóis freáticos, e são equipamentos viáveis até em locais de difícil acesso”, explica a coordenadora Leinad Carmogim.


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quarta-feira

Escassez de água exige mudança radical de atitude, diz relatório da ONU

A escassez de água, que é um fenômeno do cotidiano de mais de 1 bilhão de pessoas, pouco significa para quem tem água abundante nas torneiras, como na maior parte do Brasil, o que leva ao uso irracional e ao desperdício.
Um estudo das Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira afirma que a demanda pelos suprimentos de água no mundo e tão intensa que será necessária uma mudança radical na forma em que ela é usada para evitar a escassez.
O relatório foi divulgado durante o Fórum Mundial da Água em Marselha, na França.
Ele diz que a demanda por água está crescendo para irrigação de cultivos de alimentos, para produção de energia elétrica e para fins sanitários.
Além disso, as mudanças climáticas estão reduzindo os suprimentos ao alterar os padrões de chuvas, provocando secas mais prolongadas e o derretimento de geleiras.
O relatório aponta ainda que a Ásia tem cerca de 60% da população mundial, mas conta com apenas um terço da água potável da Terra. (BBC)
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sexta-feira

Descoberta de aquífero em prospecção de petróleo deverá ser comunicada à ANA

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Aquífero - clique para ampliar
A descoberta de aquíferos durante a prospecção de petróleo deverá ser comunicada obrigatoriamente. É o que estabelece o projeto (PLS 427/09), segundo o qual a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) poderá ser obrigada a informar à Agência Nacional de Águas (ANA) sempre que aquíferos de água doce forem encontrados durante a perfuração de poços de petróleo. (...)

O projeto visa alterar a lei que trata da política energética nacional (lei 9.478/97) para que tal comunicação seja feita à ANA.

De acordo com a senadora, reservas de água doce podem estar localizadas em áreas com carência de oferta hídrica e a atualização da legislação significa comprometimento com a sustentabilidade ambiental.

Segundo o substitutivo aprovado em primeiro turno, muitas prospecções em busca de petróleo acabam por não encontrar reservas desse óleo, mas podem se deparar com reservas significativas de águas subterrâneas. Quando isso acontecer, ao invés de simplesmente abandonar a perfuração, a ANA será informada das possibilidades hídricas do empreendimento. O mesmo acontecerá em poços que serão explorados para a extração de petróleo, mas que também podem ser usados para a obtenção de água. 


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segunda-feira

Dicas para não desperdiçar água. É bom lembrar...

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É sabido que a tal da “consciência ecológica” costuma ir se arrefecendo com o tempo e não percebemos que voltamos aos velhos hábitos ou cacoetes equivocados, esquecendo a nossa corresponsabilidade na preservação do meio ambiente e da qualidade de vida para todos. Logo, nunca é demais refrescar a memória com estas dicas sobre a água.
   - Reduza a lavagem diária de roupa. Acumule e use a capacidade máxima da máquina de lavar; 
   - Utilize a última água do enxague da máquina de lavar ou do tanque para regar o jardim, a grama, ensaboar tapetes, tênis e outras peças; 
   - A água utilizada na lavagem da roupa no tanque ou máquina pode ter um destino melhor que o esgoto. Utilize para lava para lavar calçadas e pisos. 
   - Se for lavar a calçada ou o quintal, varra a sujeira com a vassoura e não com a mangueira; 
   - Feche a cuba da pia, deixando um pouco de água. Ensaboe toda a louça e enxague com água limpa. Não deixe a torneira aberta por muito tempo; 
   - Lave o carro usando balde, isso economiza até 300 litros de água; 
   - Reduza o tempo o tempo da torneira aberta enquanto escova os dentes, ensaboa as mãos ou faz a barba. Uma torneira aberta manda para o ralo 20 litros de agua limpa e tratada, por minuto; 
   - Se puder fazer a opção, prefira vasos sanitários menores que necessitam de menos água na descarga e/ou regule a descarga; 
   - Cinco minutos de chuveiro água consomem 70 litros de água. Reduzir o tempo do banho faz uma grande diferença; 
   - Verifique se existe torneiras pingando (veja como fazer) ou vazamento nos vasos sanitários e em demais locais da rede interna; 
   - Se observar vazamentos de água na rua – em qualquer lugar – avise ao serviço de águas de sua cidade.
Fonte: JNT

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quarta-feira

Maioria da população de São Paulo gostaria de mudar-se da cidade

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Inundação em rua de São Paulo
É inegável que as grandes cidades tem grandes vantagens, sobretudo, no que se refere a oportunidades de emprego, assistência médica e educação, o que as tornam grandes objetos de desejo de muita gente, o que comprova o seu porte, que em países em desenvolvimento como a China e Índia, por exemplo, tem criado cidades gigantescas.

Gigantescas como o são os seus problemas. Problemas de segurança, infraestrutura, transportes, poluição e até abastecimento de itens essenciais como água. Tudo isso que compõe o “cesto” de atributos que se traduzem em qualidade de vida.

Pesquisa feita em grandes cidades como Paris, que não é tão grande assim, mostrou que a maioria de seus habitantes gostaria de voltar ao campo ou pequenas vilas no interior: Franceses querem voltar ao campo, diz pesquisa.

Em São Paulo, o nosso exemplo acabado de cidade gigante, um estudo feito pelo Movimento Nossa São Paulo encomendado ao Ibope (2010), mostra que 57% de seus habitantes se mudaria para o interior se pudessem.

Os problemas citados no estudo são: violência, alagamentos provocados pelas chuvas, o sistema deficiente de transportes e péssimas administrações municipais, prefeitos e vereadores.
Leia tambem:

No nível de maior importância e/ou prioridade, os alagamentos provocados pelas chuvas, são tambem de responsabilidade do governo do Estado – do PSDB – que só fez promessas nestes quase 20 anos que administra o Estado e tempo equivalente na Prefeitura.
Os projetos ligados aos rios Tietê e Pinheiros, sobretudo, já engoliram bilhões de reais e tudo continua como antes, ou pior.
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sábado

Chuvas, tempo bom e bonito, mesmo!


Guarda-Chuvas_Renoir
É um velho hábito. Não sei quem começou, se as previsões do tempo, via TV, ou se foram as pessoas mesmo. 

Sempre que está chovendo ou está para chover, todo mundo, literalmente, fala em tempo feio ou tempo ruim.

Sei que as chuvas, principalmente, nas grandes cidades costumam trazer alguns transtornos, não por culpa dela, é claro, mas de nossa própria insensatez, construindo uma infraestrutura urbana que não leva em conta as peculiaridades do sistemas e dos fenômenos naturais como as chuvas.

Mas, já pensou se tivéssemos, sempre, “tempo bom” – sem chuvas – como iriamos comer, beber, ter energia elétrica e outros benefícios que nem suspeitamos, que facilitam e tornam a nossa vida possível?

Já pensou nos inúmeros países que padecem da falta de chuvas – e de água – que olham o céu a procura de um tempo bomchuva – que não chega?

Então, acho que devemos parar de maldizer a chuva e agradecer essa dadiva da natureza ou do Deus, conforme a crença de cada um.

Quanto aos estragos, tomar cuidado com o próximo voto no prefeito e cobrar dos que já estão aí, alguma ação concreta para adaptar a cidade a este fenômeno “bonito”, mesmo, e de valor inestimável.

Publicado originalmente em Coisaboa

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sexta-feira

A chuva e o abstecimento de água no semiárido


Nós nos acostumamos com a ideia de que o Brasil possui uma das maiores reservas de água doce do mundo e, apesar da crise de abastecimento anunciada em todo o mundo, continuamos a consumir, e desperdiçar, como se não tivéssemos nada a ver com isso. Entretanto, embora ‘a ideia’ seja real, os nosso recursos não são distribuídos de forma tão democrática assim, tanto é que não é só no semiárido que água não corre tranquila e abundantemente nas torneiras.

O Brasil se considera um país rico em água, pela abundância de aquíferos e caudalosos rios. Contudo, o reconhecimento de que a riqueza fundamental é a chuva começa onde esta é mais escassa: o interior do semiárido do Nordeste.(...)

A ASA defende o acesso a água como um direito humano básico e, por fim, a disseminação de pequenas infraestruturas para captação e armazenagem de água da chuva para consumo humano e atividades produtivas. Sua área de atuação, o bioma semiárido do Nordeste brasileiro, soma 970 mil quilômetros quadrados, mais do que Alemanha e França juntas, e perto de 21 milhões de habitantes, 11% da população brasileira.(...)

Leia:
A ideia é conviver com o clima semiárido, o que implica opor-se às grandes obras de "combate à seca", a política oficial de construção de represas que chegou ao extremo com a transposição do Rio São Francisco para abastecer 30 represas e fortalecer bacias da parte norte do semiárido, a centenas de quilômetros do curso original. 

O megaprojeto, composto por dois canais em construção desde 2007, custará R$ 6,85 bilhões (US$ 4 bilhões) e beneficiará 12 milhões de habitantes em cidades grandes, médias e pequenas, segundo o Ministério da Integração Nacional, que prevê para 2015 o fim das obras. 


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